Onde nos perdemos? Queria entender quando foi que deixamos de acreditar que somos capazes de abençoar nossos filhos e que nossa missão, como pais, não é só prover de bens materiais, e que sim, somos responsáveis, também, pelo desenvolvimento espiritual deles.

Hoje eu – creio que pela primeira vez – parei diante de Pedro, invoquei a Deus autoridade, e disse em voz alta: filho, eu te abençoo! Foi uma sensação indescritível, mas que quero compartilhar, para registrar que eu não posso esquecer que eu sou a mentora de Pedro, também, na vida espiritual dele.

Estou aqui, escrevendo e desejando que você seja totalmente diferente de mim, e que esteja exercendo o poder de líder espiritual na relação com seus filhos há muito mais tempo que eu.

Sabe o que eu desejo pra mim – e para quem acredita que somos os guardiões dos nossos rebentos – que eu exerça autoridade espiritual, ensinando e vivendo o amor de Deus.

E haja responsabilidade…. mas acredito que conseguimos, porque Deus cuida de todas as nossas necessidades e nos fortalece em todas as nossas fraquezas.

E num resumão, quero não ser só a geração das Mães Mi Mi Mi, que se debruça para entender o filho – sendo a parceiraça – mas quero ser a mulher que orienta meu filho sobre o bem e o mal, diante dos ensinamentos bíblicos.

Muito mais do que prover casa, escola, roupa e comida na boca, quero ser a mulher que ensinou o amor de Deus para Pedro!

E – quase como uma oração – desejo muito, mas muito mesmo que Pedro e a geração dele vivenciem mais pais, padrinhos, avós, tios e amigos proferindo palavras de bênçãos. Para assim, termos uma geração de homens e mulheres íntegros, tementes a Deus e pais cientes que os filhos são herança do Senhor.

“O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer
o seu rosto sobre ti
e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto
e te dê paz.
Números 6:24-26

Patrícia Aves

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